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Marshall Rosenberg: quem criou a CNV e o que ele queria mesmo
Tem uma frase de Marshall Rosenberg que eu nunca esqueci. "Se eu utilizo a Comunicação Não-Violenta para liberar as pessoas e não as ensino, ao mesmo tempo, a usar sua energia para transformar os sistemas do mundo, então faço parte do problema. Estou essencialmente acalmando as pessoas, tornando-as mais felizes de viver nos sistemas como são." Essa frase me lembro porque ela é incômoda. E porque ela diz muito sobre quem era esse homem. Quem foi Marshall Rosenberg Marshall Ros
Erika Moulin
28 de jun.2 min de leitura
Grupo de prática CNV no Rio de Janeiro: como funciona e como entrar
Aprender CNV sozinha tem um limite. Não porque a teoria seja insuficiente — mas porque a comunicação, por definição, acontece entre pessoas. E praticar isso num espaço protegido, com outras pessoas que estão no mesmo processo, muda a experiência completamente. É exatamente isso que o grupo de prática oferece. O que é um grupo de prática em CNV Não é uma aula. Não é um curso com começo, meio e fim. É um espaço de encontro, estudo e experimentação — onde pessoas com interesse e
Erika Moulin
28 de jun.2 min de leitura
Por que é tão difícil aplicar a CNV no dia a dia?
Você aprende os quatro componentes da CNV. Fica empolgada. Pensa: agora vai ser diferente. Aí chega uma conversa difícil — uma discussão com quem você ama, um colega que te irrita, uma situação que aperta — e você reage do mesmo jeito de sempre. Não é fraqueza. É neurologia. O que acontece quando a conversa esquenta O cérebro humano tem um sistema de alarme incrivelmente eficiente. Quando percebe ameaça — e uma conversa tensa pode ativar isso — ele assume o controle antes que
Erika Moulin
28 de jun.2 min de leitura
Mentoria em CNV: o que esperar e para quem é
Existe uma diferença entre saber sobre CNV e conseguir viver a CNV. O espaço entre esses dois lugares é onde a mentoria atua. O que é mentoria em CNV — e o que não é Não é terapia. Não é coaching. Não é um curso com apostila e prova. É um espaço de prática acompanhada. Onde você traz situações reais da sua vida — uma conversa que trancou, um conflito que não resolve, uma dinâmica que se repete — e trabalha isso com alguém que conhece o caminho. O foco é prático. O ritmo é seu
Erika Moulin
28 de jun.2 min de leitura
O que é comunicação não-violenta? Uma introdução honesta
Antes de qualquer explicação, um aviso: o nome assusta mais do que deveria. "Comunicação não-violenta" soa como algo para pessoas muito calmas, muito evoluídas, ou muito distantes da vida real. Como se fosse uma técnica de falar mansinho, sorrir muito e nunca discordar de ninguém. Não é isso. A CNV — criada pelo psicólogo Marshall Rosenberg nos anos 1960 — é uma forma de se comunicar que parte de um lugar diferente. Em vez de reagir no piloto automático, você aprende a pausar
Erika Moulin
28 de jun.3 min de leitura
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